The Political Construction of Brazil

2017. An encompassing analysis of Brazil’s society, economy and politics since the Independence. A national-dependent interpretation. Three historical cycles of the relation state-society: State and Territorial Integration Cycle (1822-1929), Nation and Development Cycle (1930-1977) and Democracy and Social Justice Cycle (1977-2010). Crisis since then. (Book: Lynne Rienner Publishers)

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Macroeconomia Desenvolvimentista

2016. With José Luis Oreiro e Nelson Marconi. Our more complete analysis of Developmental Macroeconomics – the central economic theory within New Developmentalism. (book)

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Argentina


Documentos 1 a 25 de 25



Déficits em conta corrente e Argentina

2017. Hoje vemos o presidente argentino frustrado. Ele pagou caro aos "fundos abutres" para recuperar o crédito internacional; a Argentina já está incorrendo no desejado déficit em conta corrente, e o peso já está voltando a se apreciar. (Valor)



Argentina, developmentalism and populism (Folha, 03.6.13)

2013. The Argentinian case shows how an initially competent developmentalism may later drift to fiscal and exchange rate populism (Articles: Folha de S. Paulo)



A caminho do fracasso (Folha, 03.6.13)

2013. Argentina mostra como o desenvolvimentismo corre o risco de derivar para o populismo fiscal e cambial. (Articles: Folha de S.Paulo)



Common currency and economic integration in Mercosur

2010. With Marcio Holland. Latin America integration, particularly Mercorsul, would be strengthened if there was a common currency. We should work on this direction. (Paper : Journal of Post Keynesian Economics.



Panelaço Equivocado (Folha, 7.4.08)

2008. The tax on exports in Argentina to neutralize the Dutch disease is not really paid by farmers because if it was eliminated the exchange rate would fall down and farmers would be in worse situation. (Article: Folha de S.Paulo).



Estado y mercado en el nuevo desarrollismo

2007. This is a reduced version of a "Novo desenvolvimentismo e ortodoxia convencional". It compares three growth strategies: old or national-developmentalism, new developmentalism, and Washington,s conventional orthodoxy. Portuguese version available. (Paper: Nueva Sociedad)



Estado e mercado no novo desenvolvimentismo

2007. This is a reduced version of a "Novo desenvolvimentismo e ortodoxia convencional". It compares three growth strategies: old or national-developmentalism, new developmentalism, and Washington,s conventional orthodoxy. Spanish version available (Paper: Nueva Sociedad Especial em Português)



Hay espacio para un nuevo desarrollismo (Pagina 12, 29.4.07)

2007. Large interview to José Natanson on new developmentalism, Brazil and Argentina. (Pagina 12).



Argentina vitoriosa (Folha, 01.01.07)

2007. Argentina rejected conventional orthodoxy, neutralized the Dutch disease, managed its exchange rate, and is growing fast. The Economist had no alternative but to recognize it. (Article: Folha de S.Paulo).



A Argentina aprendeu (Folha, 06.11.06)

2006. Argentina learned from experience, rejects conventional orthodoxy's advises, keeps its exchange rate competitive, and grows. (Article: Folha de S.Paulo)



A competência da Argentina (Folha, 07.11.05)

2005. A competent economic policy shows that Argentina learned from her mistakes, and projects Kirchner as a Latin American leader. (Article: Folha de S.Paulo)



Vitória da Argentina (Folha, 14.03.05)

2005. Argentina's debt restructuration does not teach not to pay debts, but demonstrates that developing countries do not need to bow Washington and New York.(Article: Folha de S.Paulo).



Coragem na Argentina (Folha, 17.01.05)

2005. Courage in confronting economic problems in paying out in Argentina. Washington and New York 's critics are being proved wrong. (Article: Folha de S.Paulo)



A Argentina pode ter razão (folha, 12.12.04)

2004. Given the primarily bilateral character of Mercosul, a mechanism should be included in the agreement between Brazil and Argentina in case of trade unbalance. (Article: Folha de S.Paulo)



O Momento Crucial Argentino (Valor, 03.05.02)

Quando um país se endivida para manter uma taxa de câmbio artificialmente alta, é inútil buscar os culpados. Basta saber que não são apenas os devedores, mas também os credores internos e externos que emprestaram por tanto tempo, de forma tão irresponsável, e as agências internacionais, que apoiaram o currency board. E, a partir dessa constatação, procurar dividir as perdas da forma mais razoável possível. Valor Econômico, 03/05/2002



Argentina, desdolarização e dívida externa

Paulo Nogueira Batista Jr. (2002)



Cultura dolarizada ameaça plano

Valor Econômico (2002) A hiperinflação e a dolarização de fato da economia são as principais ameaças à tentativa do presidente Eduardo Duhalde de impor o uso do peso aos argentinos.



Argentina, um fio de esperança

Editorial O Estado de S.Paulo (2002) O último plano do governo Eduardo Duhalde foi recebido com um pouco mais de esperança - ou um pouco menos de ceticismo - porque tomou uma direção clara: a pesificação integral da economia ou a desdolarização radical.



Brasil e Argentina (Estado, 24.12.01)

A crise argentina, culminando com a renúncia do Presidente Fernando de la Rúa, decorreu da incapacidade das elites e do governo daquele país de deixar o câmbio flutuar (O Estado de S.Paulo, 24.12.2001).



Apoiar a Argentina (Folha, 19.07.01)

Argentina needs international support, but after devaluation, not before (Folha de S.Paulo, 19.7.2001).



Pobre Argentina (Folha, 29.11.00)

The sensible way out of the crisis is exchange rate devaluation. New IMF loans will only delay it (Folha de S.Paulo, 29.11.2000).



Dolarização da economia argentina (Estado, 24.03.91)

1991. A transformação do dólar em moeda oficial na Argentina, conforme propõe o Plano Cavallo II, é uma solução ao mesmo tempo heróica e natural para a profunda crise da economia e do Estado argentinos. O Estado de S.Paulo, 24.3.1991



Dolarização crônica: Argentina e Brasil

1991. With Aldo Ferrer. While dollarization is limited in Brazil, is generalized in Argentina (Paper written before the 'plan de convertibilidad': Revista de Economia Política )*



A nova aliança na Argentina (Folha, 16.7.1989)

1989. The Menem administration is not allied to the industrial bourgeoisie, but with the mercantile bourgeoisie. (Article: Folha de S.Paulo, 16.7.1989)



O plano argentino é o modelo (Estadão, 1.1.1989)

1989. Temos de fazer um pacto social que estipule uma redução drástica e não gradual da inflação (O Estado de S.Paulo, 01 jan 1989.).




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