The Political Construction of Brazil

2017. An encompassing analysis of Brazil’s society, economy and politics since the Independence. A national-dependent interpretation. Three historical cycles of the relation state-society: State and Territorial Integration Cycle (1822-1929), Nation and Development Cycle (1930-1977) and Democracy and Social Justice Cycle (1977-2010). Crisis since then. (Book: Lynne Rienner Publishers)

Mais informações

Macroeconomia Desenvolvimentista

2016. With José Luis Oreiro e Nelson Marconi. Our more complete analysis of Developmental Macroeconomics – the central economic theory within New Developmentalism. (book)

Mais informações

O que nos espera

Luiz Carlos Bresser-Pereira

Nota no Facebook

 Este artigo do Armínio Fraga na Folha, “Uma resposta à altura da crise” (https://bit.ly/3coFoe6), nos diz o que ortodoxia liberal promete para 2021 e para os anos seguintes. Para evitar algo nessa linha é preciso defender o financiamento monetário dos gastos. Eu venho gritando isto desde março. Não seria o caso de fazermos um documento breve mas bem argumentado nessa direção? 

As pessoas pensam que o financiamento monetário ou emissão de moeda, mesmo que não cause inflação neste caso, é inaceitável porque “permite ao Estado gastar o quanto quiser” - que desaparece a restrição fiscal. A restrição fiscal continua fundamental. Antes da restrição fiscal-inflação há a restrição taxa de câmbio-inflação, ou seja, o aumento das importações, do déficit em conta corrente e da dívida externa, e aumento da taxa de juros para financiar o déficit, aumento das entradas líquidas de capital e apreciação cambial. Como a da inflação, essa restrição fundamental não está presente no caso dos gastos com a Covid-19.

  


Fale conosco: ceciliaheise46@gmail.com